O sudoeste da Bahia tem riquezas adormecidas, que precisam encontrar caminhos empreendedores.
O café, a pecuária, o comércio, os serviços, apenas evoluíram ao longo do tempo.
Mas, o potencial mineral da região precisa descortinar para o mundo.
Não apenas com o minério de ferro alavancado pela ferrovia prestes a atravessar o sudoeste baiano rumo ao porto de Ilhéus.
A mineração é muito mais que isso. Somente com o feldspato que sai bruto para ser transformado em produtos de valor agregado, deixamos de gerar milhares de dólares e empregos, se o polo de cerâmica fina fosse viabilizado na região.
Chama atenção a quantidade de requerimentos de pesquisa para o lítio(DNPM), em Vitória da Conquista e região que nos últimos dois anos tem atraído grandes empresas prospectando esse importante minério, como a Rio Tinto Desenvolvimentos Minerais( empresa Anglo Australiana e segunda maior empresa do segmento mineral do mundo) e a Foxfire Metais. Um sinal de que coisa boa que está por vir.
Falta apenas vontade política e a prateleira de projetos.

Por: Professor Afonso Baltazar